Foto: Reprodução TSE
O Carnaval, por essência, é a explosão da identidade e da alegria popular. No entanto, em Montanhas, a gestão do prefeito Antônio Marcolino Neto e do vice-prefeito Naldinho do PT parece ter trocado as cores do confete pelo cinza do abandono. O que deveria ser o “Montanhas Folia” 2026 transformou-se em um cenário digno de Halloween, onde os foliões e organizadores de blocos vivem o pesadelo da falta de apoio.
O terror começa nos números. Com um repasse irrisório de apenas R$ 16.000,00 para dividir entre oito agremiações, a Prefeitura de Montanhas impõe uma dieta de fome à cultura local. Enquanto outras cidades do RN utilizam o Carnaval como motor econômico para movimentar milhões, Montanhas caminha na contramão, oferecendo o segundo menor patrocínio da história recente do município.
Em 2025, o “doce” oferecido foi de meros mil reais por bloco, um valor simbólico que mal cobre os custos básicos de uma fantasia de terror, quanto mais de uma orquestra de frevo.
A associação com o Halloween não é meramente estética. É a festa das sombras:
- Os Fantasmas do Repasse: Até as vésperas do evento, os recursos prometidos sequer haviam caído nas contas dos organizadores, deixando o planejamento ao relento.
- O Deserto de Atrações: A programação oficial, reduzida a apenas duas atrações locais na noite de sexta-feira, transforma a praça pública em uma cidade fantasma durante o resto do Carnaval.
- A “Travessura” com a Economia: Ao negligenciar o investimento, a prefeitura não apenas silencia os tambores, mas assombra o comércio local, que perde a oportunidade de lucrar com o fluxo de turistas e foliões.
Governar é definir prioridades. E nesses dois anos de gestão de Antônio Neto e Naldinho do PT, a prioridade sem sombra de dúvidas, é a “FAMÍLIA“, no SENTIDO ESTRITO da palavra. Onde os familiares do prefeito e vice-prefeito consomem aproximadamente, 1 MILHÃO DE REAIS em salários e contratos por ano.
Recursos suficientes para realizar um Carnaval de grande porte e transformar a economia local.
O Carnaval de Montanhas está perdendo seu brilho e sua essência, sendo enterrado vivo por interesses pessoais e uma incompetência administrativa que parece preferir o silêncio dos túmulos ao barulho da orquestra.
Se nada mudar, o único “bloco” que sairá às ruas com força total será o do descontentamento, fantasiado de indignação contra uma administração que transformou o maior espetáculo da terra em uma lenda urbana de descaso.
Conexão Agreste





























































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































